Em mensagem passada, sugeri dois alvos fundamentais enquanto tentamos alcançar a medida da estatura da plenitude de Cristo: aprender o que Jesus ensinou e imitá-Lo. Já falamos sobre o que aprender com Ele. Quanto à nossa bendita obrigação (e prazer) de imitá-Lo, será exposta em duas pregações. Esta fala de dois pontos e a próxima, de três.
Nesta palestra Mauro Clark apresenta a sua maneira de compreender as Escrituras quanto a essa difícil e polêmica questão da pena de morte. Sem deixar de examinar cuidadosamente o que o Velho Testando, a ênfase evidentemente recai sobre o Novo Testamento, especialmente a famosa passagem de Romanos 13.1-7.
Nós, crianças
Mt 18.1-4
Quando perguntado pelos discípulos qual o maior no reino dos céus, Jesus respondeu não apenas quem seria o maior, mas a condição para entrar no reino. E a condição seria se tornar como uma criança. Mas... tornar-se como criança em que sentido? A pregação responde essa pergunta.
"Depois, arrependido, foi"
Mt 21.28-32
Um pai manda um filho trabalhar na vinha. Ele diz "Sim, senhor" mas não foi. Então dá a mesma ordem para o segundo filho. Ele diz "Não quero". Mas depois arrependeu-se e foi. A pregação examinha essa paráboloa de Cristo, mostra a explicação que Ele mesmo deu e aplica para hoje, enfatizando que sem arrependimento não há salvação.
Aceitando-O ou expulsando-O
Mc 5.1-20
É bem diferente e cheia de revelações dos bastidores espirituais a história da expulsão de vários demônios que Jesus operou em dois homens completamente dominados. Além de explicar o que ocorreu, a pregação faz um paralelo entre as atitudes dos personagens envolvidos na história e de muita gente, hoje.
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