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Seguro! | 51 min
Resumo Primeira de uma série de duas pregações mostrando o quão claramente a Bíblia ensina não apenas que o salvo em Cristo está eternamente seguro, mas que pode (e deve) ficar plenamente convicto disso... em qualquer situação!
1 João 5.13
13 Estas coisas vos escrevi, a fim de saberdes que tendes a vida eterna, a vós outros que credes em o nome do Filho de Deus.
A que “coisas” João se refere? À sua carta (1Jo). Se ler a epístola e não se sentir seguro quanto à vida eterna, é porque não a entendeu. Esse é o tipo do livro para ler com espírito preconcebido! Mas o que João escreveu? Que base nos deu para sabermos que temos vida eterna?
1) Somos filhos de Deus: 1Jo 3.1-3: 3 observações: a) A própria fantástica e repetida afirmação de que somos filhos de Deus. b) Nós não conhecemos ainda a plenitude de sermos filhos de Deus. Ainda está no futuro. c) Saber que é filho de Deus e viver no aguardo de que coisas muitíssimo maravilhosas ainda ocorrerão conosco no futuro, inclusive o fato de que seremos semelhantes a Ele, isso deve ser motivo de constante purificação (ou santificação).
Veja como João, parte do princípio de que os crentes são filhos de Deus e que ainda terão coisas melhores pela frente. Ou seja, João está falando com pessoas que são filhas de Deus de maneira irreversível. O próprio Jesus ensinou isso: conversão não é reforma, é um novo nascimento: Jo 3.3 Quem passou a “estar em Cristo” tornou-se uma nova criatura: 2Co 5.17 Para Paulo, a obra da salvação havia começado pelo próprio Deus, estava em pleno andamento e com absoluta certeza seria terminada pelo mesmo Deus: Fp 1.6 Ou seja, para quem crê nesse ensino bíblico, é daí para MAIS! Para quem não crê e acha que crente pode perder a salvação, é daí para MENOS!
Voltando a 1Jo: O apóstolo vai ainda mais fundo no ensino de sermos filhos de Deus: 1Jo 3.9 Não somos apenas filhos nominais, como por autorização. semente: no grego σπερμα sperma: além do sêmen masculino: semente ou qualquer coisa que possui força vital ou poder de gerar vida; espiritualmente: a divina energia do Santo Espírito que opera dentro da alma, pela qual somos regenerados. Na natureza, a semente do pai define a natureza do filho. Mesma coisa com um filho de Deus: 2Pe 1.4: de alguma forma misteriosa, algo da natureza divina é implantada em nós no processo da conversão. E na vida física, a natureza do pai sempre acompanhará o filho: um gato sempre será um gato. Um homem sempre será um homem. Se isso ocorre entre criaturas geradas por criaturas, quanto mais com criaturas geradas e com a natureza implantada pelo próprio Criador!
Se alguém pudesse deixar de ser crente, como poderia se chamar filho de Deus? Como poderia dizer que Deus é o seu Pai? Como poderia ser santificado enquanto aguarda ser semelhante ao Pai?
Quero desenvolver mais 3 pontos para mostrar que motivos o apóstolo João (além do próprio Jesus e de Paulo) nos deram para sabermos que somos salvos. Faremos isso na próxima mensagem.
Que Deus nos abençoe.
20/06/2010
Palavras-chave:
Eternidade,
Filhos de Deus,
Perseverança dos salvos,
Salvação |