
- Pois comigo é assim: bato em todos e depois pergunto o que houve.
É assim que alguns pais e mães explicam como procedem, quando surge uma briga entre os filhos.
Mas, será essa uma atitude correta?
A melhor maneira de responder é tentar imaginar o próprio Deus agindo de forma semelhante: surge uma desavença entre um casal crente, ou um grupo na igreja, ou na igreja toda, e Deus resolve corrigir a todos, sem levar em consideração se alguém estava procedendo de maneira biblicamente perfeita!
Por acaso, esse é o Deus que conhecemos na Bíblia: sábio e justo?
Uma das tarefas mais difíceis de ser pai (ou mãe) é precisamente saber avaliar o comportamento dos filhos de modo a usar a vara (ou o chinelo, ou o cinturão) com justiça.
Bater e perguntar depois é um show de comodismo, de insensatez, de abuso de autoridade, de falta de amor.
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