
No início da partida de tênis, valendo para campeonato, os dois jovens apertaram-se as mãos no meio da quadra e deram-se as costas, cada um indo para o seu lugar. De repente, um deles parou, deu meia volta, e disse ao outro: “Bom jogo!”
Achei isso tão bonito! Desejar um bom jogo ao adversário é quase torcer pela própria derrota. E é aí onde está a nobreza da atitude. Consciente ou não, o jogador aplicou de maneira perfeita o princípio bíblico expresso em Filipenses 2.4: Não tenha cada um em vista o que é propriamente seu, senão também cada qual o que é dos outros.
Teríamos outros tipos de relacionamentos se antes de cada situação em que alguém defronta outro – seja no esporte, nos negócios, numa votação, onde for – eles se desejassem reciprocamente “Bom jogo', 'Boas negociações', 'Bons resultados', etc.
Detalhe final, antes que eu esqueça: o que desejou “Bom jogo” ganhou ...
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