
Por vários motivos, geralmente não recebo folhetos que distribuem nos sinais.
Mas hoje foi diferente. Um rapaz de uns vinte anos me chamou a atenção, mesmo ainda distante do meu carro. A cada folheto que entregava - ou pelo menos tentava -, ele sorria. Não importava se o motorista recebia ou não, o sorriso era o mesmo. E não me pareceu um gesto estudado, tentando parecer simpático. O sorriso era sincero mesmo! Antes mesmo de chegar ao meu lado, eu já decidira receber o folheto dele, independente do que se tratasse. Recebi o papel, ganhei o sorriso e fui embora, satisfeito. Satisfeito e impressionado com o poder que aquele sorriso teve sobre mim mesmo, a ponto de me fazer abrir uma exceção num velho costume.
E refletí: se aquele jovem tivesse na mão um folheto evangelístico e eu não fosse crente, ele teria conseguido passar às minhas mãos a mensagem de salvação e eu, com prazer, teria pelo menos começado a ler.
Pense nisso: o poder do sorriso na hora de falar de Cristo!
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