
Escutando uma mensagem do escritor, pregador e ex-pastor C.J. Mahaney, ouvi uma ilustração fantástica, que gostaria de compartilhar com você.
Bem perto dele, num restaurante, estava um senhor super bem vestido, cabelos sem um fio fora do lugar, bigodes fartos mas rigorosamente aparados, sapatos brilhando. Tão logo olhou para o relógio, um caríssimo Rolex, apertou o nó da gravata de seda e imediatamente se levantou para sair. Era evidente que estava se dirigindo para um encontro importante. Um detalhe constrangedor: o bigode dele estava melado com queijo cremoso! Embora impecável em todos os detalhes de que foi capaz de cuidar, o pobre homem chegaria na reunião de modo patético! A não ser, é claro, que alguém o avisasse antes.
E veio a aplicação de Mahaney: por mais que fiquemos atentos para detectar os próprios pecados, sempre estaremos com algum “queijo cremoso” no rosto. E falou da grande necessidade de termos amigos e irmãos em Cristo que nos façam o grande favor (para não dizer misericórdia mesmo), de nos avisarem de pecados que não estamos conseguindo enxergar.
Pense nisso!
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