
Ao ler a carta de um amigo, o conhecido pastor e escritor do século 18, Jonathan Edwards, deparou-se com o pedido: Imploro por uma lembrança da minha pessoa nas suas orações.
Geralmente gostamos de ser lembrados para o convite a uma festa, o oferecimento de um presente, uma consulta que mostra a nossa competência.
Mas ser lembrado nas orações de um amigo? Despertar esse tipo de lembrança está em nossa prioridade? E mesmo assim, ao ponto de implorarmos a alguém que se lembre de nós diante de Deus?
Ora, ora, por si própria, a mera idéia de implorar por alguma coisa não nos é muito agradável. Nosso orgulho não gosta. Mas quando o nosso interesse é alto demais, sabemos muito bem deixar o orgulho de lado.
Que tal fazer como o amigo de Edwards? Mortifique o próprio orgulho e ligue já para um amigo, ou mande um e-mail: Por favor, lembre-se de mim quando estiver orando!
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