
Na simplória lanchonete, o jovem garçom estava limpando a mesa onde eu acabara de sentar, aguardando um suco de laranja. Ao topar com alguns livros e envelopes que eu colocara ali ao lado, ele notou que em cima estava uma pequena Bíblia, que costumo guardar no porta-luvas do carro. A reação dele me tocou. Curvou-se ligeiramente, como em sinal de reverência, passou delicadamente a mão sobre a capa e sussurrou, com carinho: Ah, uma “bibliazinha”!
Não conheço o rapaz, não sei que tipo de vida tem, mas posso garantir que ele demonstrou, ao mesmo tempo, muita alegria e meiguice ao se deparar repentinamente com a Palavra de Deus! Cena rara, muito rara, hoje em dia!
© 2004-2026