
O famoso pregador britânico Martin Lloyd-Jones (foto)(1899-1981), aos 81 anos, disse a um amigo nos últimos dias de vida, após longa enfermidade de câncer no pulmão:
'Sou grato a Deus que me deu esse tempo. Não damos a devida atenção à morte e à nossa partida. É uma coisa estranha: a única certeza que temos e mesmo assim não pensamos muito a respeito. Somos muito ocupados. Permitimos que a vida e as circunstâncias nos ocupem de tal maneira que não paramos para pensar...' (Citado do livro A Fight of Faith (Uma luta de fé), de Iain H. Murray).
Será que precisaremos chegar à velhice, beirando a morte, para somente então concluirmos que LLoyd-Jones tinha razão?
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