
O garotinho que mal sabia falar chegou para a mãe e disse, cabisbaixo: Mãe, estou tiste.
De tão óbvia, quase podemos vislumbrar a imagem da mãe se apressando em colocar o menino no colo, perguntando o motivo e tentando consolá-lo.
Quantas crianças ficam tristes, talvez chorem, mas não lhes ocorre dizer para ninguém. E ficam sofrendo sozinhas, sem consolo, até que a própria vida se encarregue de lhes trazer alegria novamente. E a mãe ou pai bem ali, disponíveis...
A vida do crente é atribulada, o próprio Jesus disse que cada uma carregaria a sua cruz e deveria esperar sofrimentos por amor a Ele. Ao mesmo tempo, se ofereceu para nos consolar, através do Espírito Santo, o Outro Consolador que habita no salvo.
Só que muitos se esquecem de recorrer a esse poderoso recurso, nos momentos das angústias. E sofrem sozinhos. Bem que deveriam se acostumar a fazer como o garotinho da história, chegar para Deus e balbuciar choroso, mas ansioso por ajuda: Senhor, estou tão 'tiste.
É só esperar o consolo. Divino consolo.
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